Voltei. Não que meus problemas tenham acabado, mas não gosto de ler blogs que são atualizados uma vez por mês ou nem isso, então tenho o compromisso de deixar meu blog em dia. E sobre o que falar? Temos aí um problema. Falar sobre a chuva em Goiânia que dura não sei quantos dias? E meu humor mudou muito com essa mudança brusca no clima da cidade. É que eu fico mais bem-humorada quando o clima é frio, e se tem chuva, sem problemas, a minha felicidade prevalece da mesma maneira. Para mim, chuvas são sempre bem-vindas, porque e se chegar um dia em que a chuva não mais existirá? Tenho certeza que essas pessoas que ficam mal-humoradas com chuva e reclamam dela serão as primeiras a reclamar do calor eterno pelo qual elas passarão. Então sou grata a toda e qualquer chuva que fizer em qualquer lugar que eu estiver. Não sei se é por causa do meu signo ou sei lá o porquê, mas sou muito ligada a água. Meu humor, meu bem-estar sempre dependem muito da água. Passar calor ou ficar horas sem tomar banho são duas coisas que me irrita profundamente. É lógico que tem coisas que me irrita bem mais, como certas atitudes de certos seres humanos. Mas esse é um assunto que ficará para um outro dia.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
domingo, 29 de novembro de 2009
Troubles now.
Mais uma vez deixo meu blog à deriva. Mas é que quando estou com problemas, eu não consigo escrever, dormir, comer, ou fazer qualquer outra coisa cotidiana direito. Nem dormindo, quando durmo, eu tenho sossego. É só pesadelos atrás de pesadelos. E que tudo se resolva. Amém.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
No Beers!
Ok, faz tempo que não apareço aqui e as teias já estão acumulando, as pessoas visitam e não comentam, e blá blá. É que eu estou numa dinâmica maçante de dieta, acadêmia, acadêmia... sem fim. Sem contar que parei com as cervejas! Imaginem o tanto que tá fácil minha vida ficar sem comer coisas gostosas (lê-se carboidrato, frituras, molhos, etc.) e ainda nem beber cerveja (que é o maior inimigo de quem quer emagrecer)? É estressante. Em contrapartida, estou tomando mais vinho – vinhos bons, por favor – o que é bem mais saudável e não precisa tomar tanto para se chegar naquele grau desejado. E como se não bastasse as vantagens citadas, vinho é uma delícia, né? Mas a cervejinha, amigos, essa faz falta naqueles momentos de boteco com os amigos, viu?! Mas tudo bem, assim, sem cerveja mesmo, minha vida segue.
sábado, 14 de novembro de 2009
Whisky/Sertanejo/Fail
Enfim sobrou tempo para escrever. Devo contar que ontem fui à um show sertanejo num lugar sertanejo, frequentado por pessoas obviamente "sertanejas" que "dançam" sertanejo como se isso fosse possível dançar. Total me senti em outro planeta. E como se não bastasse tanta tragédia, tomei whisky com energético e muito gelo – pra descer –, coisa que é total também fora do meu costume, já que sou bebedora de cerveja e principalmente de vinho, e não adepta a destilados. Bebi só três copos daquilo e já foi o suficiente pra me dar uma ressaca do caralho hoje, com direito a náusea o dia todo. Agora estou aqui "tentando" escrever ouvindo músicas que prestam para desintoxicar meus ouvidos, que coitados, ouviram muita porcaria ontem. Só as pessoas que estavam comigo para me fazerem ir à um lugar desses, que aliás são pessoas que adoro. E gente, não estou traindo o movimento rock´n roll, tampouco deixei de gostar de ouvir o bom e velho rock, até porque isso é impossível acontecer. Só fui para prestigiar um primo que é violonista de uma dupla sertaneja, igual a todas que tem por aí – e que ele não leia isso, mas é a real. E para terminar, quero relatar o que constatei: Goiânia realmente é uma cidade habitada por uma maioria esmagadora de pessoas que ouvem com paixão sertanejo, não tem como negar. Quer ficar rico? Monte uma dupla sertaneja. Eu prefiro continuar pobre e esse é um dos motivos pelos quais tenho necessidade de mudar daqui.
Whisky, te odeio! Beijos!
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Gogol Bordello!
O legal de assistir Jô Soares praticamente todos os dias é que pode-se conhecer muitas coisas relacionadas a cultura de qualidade. Foi através do mesmo programa que conheci Vive La Fète, que é uma banda bem peculiar, mas não é sobre essa que quero falar. A banda da vez é Gogol Bordello, uma banda que tem um estilo denominado de folk punk, que poutz, é uma banda hipercriativa que mistura vários instrumentos numa mesma música e vários tempos, o que já disse aqui que me agrada muito coisas do tipo. E tanta criatividade tem até uma explicação: a banda se encontrou em New York, porém cada integrante vem de um lugar do planeta e todos participam da composição das canções. Geralmente o vocalista compõe a letra e os outros a melodia, cada um dá seu toque. Vou listá-los aqui para terem a dimensão da diversidade dessa galera:
– Eugene Hütz (voz, violão, percussão) - Ucrânia
– Sergey Ryabtsev (violino, vocal de apoio) - Rússia
– Yuri Lemeshev (acordeão, vocal de apoio) - Rússia
– Oren Kaplan (guitarra, vocal de apoio) - Israel
– Thomas Gobena (baixo vocal de apoio) - Etiópia
– Eliot Ferguson (bateria, vocal de apoio) – Flórida (EUA)
– Pamela Jintana Racine (percussão, vocal de apoio, dança, performance geral) - Tailândia/EUA
– Elizabeth Sun (percussão, vocal de apoio, dança, performance geral) - China/Escócia
– Pedro Erazo (percussão, MC) - Equador
– Stevhen Iancu (acordeão) - Japão/Romênia
– Eugene Hütz (voz, violão, percussão) - Ucrânia
– Sergey Ryabtsev (violino, vocal de apoio) - Rússia
– Yuri Lemeshev (acordeão, vocal de apoio) - Rússia
– Oren Kaplan (guitarra, vocal de apoio) - Israel
– Thomas Gobena (baixo vocal de apoio) - Etiópia
– Eliot Ferguson (bateria, vocal de apoio) – Flórida (EUA)
– Pamela Jintana Racine (percussão, vocal de apoio, dança, performance geral) - Tailândia/EUA
– Elizabeth Sun (percussão, vocal de apoio, dança, performance geral) - China/Escócia
– Pedro Erazo (percussão, MC) - Equador
– Stevhen Iancu (acordeão) - Japão/Romênia
Entre os indies desse mundo essa banda já deve ser bem conhecida, visto que a mesma surgiu em 1999. Como com o passar dos anos meus gostos vão mudando apesar do gênero ser sempre o mesmo já que busco muito por novidades no mundo da música, infelizmente conheci a banda somente ontem. Mas já cuidei de baixar sua discografia completa para conferir o que perdi há bastante tempo. O vocalista ontem afirmou na entrevista que morou um ano e meio no Rio de Janeiro e disse que todas as vezes que visita a cidade, compõe n vezes mais do que em qualquer outro lugar. E é como ele disse: "não somos hippies que compõem suas músicas tocando em parques." É tudo muito bem elaborado e para que mais uma vez tirem suas conclusões a respeito da banda aqui apresentada, deixo mais um link de brinde onde poderão baixar acho que tudo deles. Para finalizar uma última informação: o nome Gogol Bordello foi inspirado no nome de um escritor russo de origem ucraniana Nikolai Vasilievich Gogol. Isso porque segundo o vocalista, o nome Bordello que vem em seguida, é uma piada feita com o fato de Nikolai (escritor) nunca ter sido um cara boêmio, e que ainda segundo informações dadas do próprio vocalista, morreu casto.
Agora para conferir suas músicas, o link é aqui (o download é feito através do torrent, portanto só funciona para quem usa esse programa).
Agora para conferir suas músicas, o link é aqui (o download é feito através do torrent, portanto só funciona para quem usa esse programa).
domingo, 8 de novembro de 2009
À espera na janela.
Estou viva e logo voltarei com mais notícias para relatar, comentar ou criticar. Só estou esperando que elas aconteçam ou que eu tenha interesse em desenvolver um texto sobre algum assunto. Volto logo.
;)
terça-feira, 3 de novembro de 2009
As Pessoas e Seus Dedos Podres.
Eu fico pasma com o quanto eu vejo amigas, amigos e até conhecidos possuidores de uma impressionante capacidade de escolher pessoas nada-a-ver para constituir relacionamentos amorosos. Não digo que sou perfeita e que meu namorado também seja. Mas assim, vejo pessoas trocarem até suas personalidades e caráter por migalhas de sentimentos de um canalha qualquer, sabe? E aí eu até tentei alertar uma vez, e uma amizade de infância muito importante pra mim foi pelo ralo por um relacionamento que meow, é um fracasso total desde o início. Amigas (os) até já construiram família (filhos) com maus-elementos, mas falar o quê? Com essa experiência que tive recentemente eu aprendi uma coisa: a me lixar quando algum amigo, por mais amigo que seja, esteja se metendo numa encrenca por relacionamento com pessoas de moral questionável. Tou nem aí mais. Mas aí eu tenho um blog, e sei lá, quem ler, eu gostaria de alertar aos que gostam de um "amor bandido" ou coisa do tipo para ficarem espertos. Por falta de esperteza mesmo, bom-senso, ou até amor-próprio é que hoje existem tantas mães solteiras, tanta gente viciada em drogas ou em qualquer outra coisa – e solteira – por influência de seus amores eternos. E pior: pessoas que contraíram doenças até então incuráveis, como a AIDS, por exemplo. Estou sem dormir até agora porque há pouco recebi uma notícia de que tenho um amiguinho que fez parte da minha infância e que hoje nem tenho tanto contato, está internado num hospital em estado grave por uma pneumonia que só está a ponto de matá-lo em função do vírus da AIDS (as chamadas doenças oportunistas), que contraiu de um ser escroto que até já se encarregou de se livrar dele, ou seja, se livrar de mais uma de suas vítimas. Ele é gay, e assim, tenho vários amigos do sexo masculino gays e logo respeito muito os homossexuais. Em contrapartida, penso também que se eles lutam tanto por respeito por parte da sociedade hétero e de um modo geral com a opção sexual deles, os mesmos tinham que ter respeito por si mesmos sendo menos promíscuos e também deveriam buscar mais o amor próprio ao invés de orgias e sexo sem compromisso e proteção, ou parceiros a qualquer custo por um ínfimo compromisso, porque sei perfeitamente que gays em grande parte mantém relacionamentos abertos, e se não são abertos, muitos traem. Hoje não existe mais o chamado "grupos" de risco para o H.I.V., sendo assim, o sexo seguro DEVE ser mantido com qualquer tipo de relacionamento, seja hétero ou não. Apesar de AIDS matar muito menos atualmente do que matou há poucos anos atrás, o melhor é sé proteger. Me deixa bem triste mesmo ver tantas pessoas em diversas situações deprimentes por ter escolhido errado o seu "amor eterno". Juízo é bom, galera! Sei que todo mundo sabe disso, mas então por que a maioria não usam do que sabem para se protegerem de tantas coisas ruins? Então o texto serve mesmo só como um reforço.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Ui!
Amanhã é o dia da viagem que farei para São Paulo e mais precisamente para São José dos Campos. É lógico que se o tempo ajudar esticarei pro litoral e para Campos do Jordão, mas se não, já basta. Estou com uma baita ansiedade porque confesso que nunca andei de avião. Não por falta de oportunidades, claro, mas por medo mesmo. Daí eu resolvi largar de ser medrosa porque nesse caso ir de avião compensa muito mais tanto por preço, que é quase igual ao da passagem de ônibus, quanto pelo tempo, que economiza bastante. E eu tenho medo de viajar de ônibus também, aliás tenho ainda mais medo por várias questões. Bom, é isso, se der darei notícias de lá, ok?!
Beijosmeligammm!
;)
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Eu quero minha calça de volta!
Como alguns blogueiros que existem por aí, hoje vou contar sobre um sonho que eu tive que me deixou muito atordoada. Estavam eu, minha amiga Carol, a Lorena e o Victor num carro passeando pelo centro de Goiânia, e daí eles me chamam para sair. Eu estava com uma calça da TNG que eu tenho que tá meio surradinha e falei que estava meio fuleira pra sair com eles. Como eles insistiram, paramos em uma loja para comprar uma calça. Os proprietários eram uns franceses narigudos a magrelos que não falavam nada de português – ahn? – daí fui experimentar uma calça lá e quando o fiz, a minha calça da TNG sumiu, assim, desapareceu mesmo. Sem poder sair do provador, perguntava aos franceses lá se eles tinham roubado minha calça, e eles não sei como entendiam e diziam que não e que minha calça era uma horrível que eles mostraram lá pra mim. Eu não entendia porra nenhuma, mas do nada apareceu um menino poliglota com uma camiseta rosa que não falava português, mas falava inglês e francês – ufa – e então em inglês ele foi me explicando o que os franceses safados estavam falando. Aí começou a baixaria. Como não aceitei a calça ridícula que eles alegaram ser minha, eles falaram que para sair de lá vestida então eu tinha que comprar uma calça da Calvin Klein que custava pra lá de R$400,00. Aí eu virei um bicho e meus amigos ficaram lá tentando conter o barraco sem entender o que acontecia. Bem na hora que a história ia desenrolar acordei. Tentei voltar pro sonho e consegui, aí só vi mais algumas baixarias, mas meu sono acabou. Que droga! Vamos ver se essa noite eu pego esses franceses "feladaputas" de jeito e pego minha calça de volta. Hun! ¬¬
Ah, e só pra fechar o post, furei meu nariz pela QUINTA vez. Adianto que não sou masoquista e odeio sentir dor, mas é que o único lugar que eu gosto de piercing é no nariz, e sempre houve situações que me forçaram a tirá-lo pra depois ter que furar de novo. Até já acostumei com a dor, mas só fiz de novo o furo porque achei argolas em ouro branco, já que sou alérgica a aço cirúrgico e bijouterias. Acho digno argola no nariz, mas por um tempo terei que ficar com esse pontinho minúsculo até cauterizar. That´s it.
Ah, e só pra fechar o post, furei meu nariz pela QUINTA vez. Adianto que não sou masoquista e odeio sentir dor, mas é que o único lugar que eu gosto de piercing é no nariz, e sempre houve situações que me forçaram a tirá-lo pra depois ter que furar de novo. Até já acostumei com a dor, mas só fiz de novo o furo porque achei argolas em ouro branco, já que sou alérgica a aço cirúrgico e bijouterias. Acho digno argola no nariz, mas por um tempo terei que ficar com esse pontinho minúsculo até cauterizar. That´s it.
domingo, 25 de outubro de 2009
Leiam que é bem interessante!
Como era bom chorar (por Danuza Leão para a revista Cláudia)
Há quanto tempo você não chora um choro daqueles bem bons? Alguns anos, e não por falta de razões. Houve uma época em que se ia ao cinema e bastava aparecer uma criança castigada pelo destino e nossos olhos se enchiam de lágrimas. E se chorava também quando o final do filme era feliz, quando era infeliz; e se ia para o banheiro aos prantos quando na festa o homem que a gente achava que amava dançava com outra. Aliás, há quanto tempo você não chora nem por alguma injustiça ou maldade que fizeram com você? Ou vai dizer que a vida só faz te tratar bem?
Aprendemos a “segurar” quando levamos uma rasteira, sofremos a deslealdade de um amigo ou a traição do namorado, fingindo que a vida é assim mesmo, para dar uma de forte. Depois dos 35, não se chora nem quando se quebra a perna. Aprendemos a conter nossas emoções. Como os homens não choram, nós, mulheres, resolvemos nos igualar a eles, ficando tão duras quanto achamos que um homem deve ser – e alguns nem são.
Houve um tempo em que bastava que as mulheres chorassem para conseguir o que queriam – ah, bons tempos aqueles... Hoje, se uma mulher deixar transparecer alguma dor, mesmo que ele esteja fazendo as malas para deixá-la, o mínimo que vai acontecer é ficar falando sozinha. Homens costumam ter pavor a mulheres que se comportam como mulheres, a não ser naquela hora – aquela. Ou você nunca ouviu a frase “Ah, não vai agora dar uma de apaixonada”? Que vida!
O que um homem espera de uma mulher? Que ela seja quase como um homem, que entenda de economia, de política internacional, que se transforme em surfista, tenista ou golfista – segundo as inclinações dele, claro –, que tenha opinião sobre a seleção, seja independente financeiramente, e tão bonita quanto Fanny Ardant, tão feminina quanto Jacqueline Bisset, tão boa mãe quanto foi a dele, mas que na hora certa vire uma louca desvairada de desejo – por ele, claro. Simples, não?
Eles não sabem o que estão perdendo. Se tivessem um pouquinho mais de sabedoria, perceberiam que não há nada melhor do que um bom aconchego durante e depois de uma crise de choro. É preciso que as mulheres às vezes chorem, ou nunca poderão deitar a cabeça num ombro masculino, que é tão bom. Se ninguém mostra suas fraquezas, nenhuma relação pode existir, seja ela de amizade ou de amor – paixão é outra coisa. E as mulheres às vezes precisam de quem as console, só que os homens não sabem, já que elas não choram mais...
Hoje eu chorei. Minha mãe me ensinou que se deve respeitar os mais velhos e eu aprendi. E muitas pessoas mais velhas se aproveitam disso para falarem o que bem entendem, e saem ofendendo quem eles querem em público, e mais por diversão mesmo e também para se mostrarem superiores a sei lá o quê. Como eu respeito, eu tive que ouvir muitas coisas ruins a meu ver CALADA, e engolir a seco o choro e raiva na hora da dor porque eu aprendi a maldita lição de respeitar os mais velhos. E sabe o que dói também? É que mesmo com toda essa falta de respeito comigo eu ainda trato a pessoa com a maior educação do mundo, porque eu gostaria de ser tratada da mesma maneira por ela, e isso nem sempre ocorre. Estou guardando até onde eu consigo, mas uma hora eu posso explodir. E esse é o meu medo. E com o texto que coloquei acima eu queria deixar um recado aos homens que lêem meu blog para que compreendam e saibam respeitar a dor das mulheres que como eu choram esteja aonde estiverem quando algo dói. Saibam ouvir, saibam apoiar, porque essa coisa de chorar por qualquer tolice entre adultos não existe. Pensem nisso.
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